segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Executivosonline.com.br: Emprego, por que produzir uma carta de apresentação?

 

Com a correria do dia a dia e a chegada constante de um grande número de currículos, a maioria dos executivos e selecionadores não têm muito tempo para ler na íntegra os documentos dos candidatos quando uma oportunidade de emprego é lançada.

É neste momento que a carta de apresentação ganha importância, pois resume aos recrutadores o histórico do profissional, além de deixar claro o poder de síntese e organização do candidato. Veja cinco dicas da Catho Online sobre esse documento que precede o currículo e que é parte essencial na candidatura de uma vaga:

1.Conteúdo sucinto:

Deve-se pensar em uma comunicação simples entre quem busca uma oportunidade de emprego e quem procura um bom profissional. A carta deve ser objetiva, contendo uma página no máximo.

2.Omissão de dados:

O profissional jamais deve mentir, mas pode omitir alguns fatos que podem ser avaliados de forma negativa. Alguns exemplos são o idioma estrangeiro (se não é fluente, preferível não mencionar) e a formação acadêmica (omitir esta seção caso não possua, no mínimo, grau universitário).

3.Características pessoais:

Não devem ser inseridas na carta, pois este tipo de informação só será mencionado em um contato presencial, se questionado.

4.Personalização:

É importante que o profissional possua foco bem definido em sua carreira para que consiga transmitir confiança ao selecionador. Sempre que possível, deve personalizar o documento, incluindo o nome, cargo, empresa e endereço do destinatário.

5.Outras utilidades:

Uma boa dica é abordar empresas que não possuem vagas em aberto por meio da carta. Este documento também permite um resumo maior da carreira, permitindo o destaque apenas de pontos positivos.

Fonte: Por que produzir uma carta de apresentação? | Portal Carreira & Sucesso
 
 

Executivosonline.com.br : Confira 7 erros fatais no currículo

 

A elaboração e a apresentação de um currículo de qualidade é parte essencial no processo de recrutamento e seleção. O formato e as informações acompanhadas neste documento ditam o destino do profissional em um processo seletivo: a lista de melhores candidatos ou a lata de lixo.

Com a aproximação de 2012, as contratações nas empresas começam a aquecer novamente. Confira sete dicas da Catho Online para não cometer gafes na produção de seu currículo e se destacar na busca de um novo emprego:

1.Gramática e Ortografia:

Currículos com erros de português dificilmente passam pela triagem dos selecionadores. Segundo pesquisas realizadas pela Catho Online, um a cada quatro currículos é descartado por estes motivos.

2.Objetivo profissional:

Não é indicado informar mais de um cargo em que deseja atuar. O currículo sempre deve ser focado para a vaga que está se candidatando. Caso contrário, o selecionador terá a impressão de o candidato não tem um objetivo definido.

3.Dados pessoais:

Manter informações desatualizadas, como telefone e e-mail, impede/dificulta o contato do recrutador, o que pode descartar uma oportunidade de emprego.

4.Documentos:

Não confunda a área de Recrutamento de uma empresa com Departamento Pessoal. Números de documentos, tais como RG, CPF e Título de Eleitor são totalmente irrelevantes na decisão de se contratar ou não um candidato, por isso não é necessário que estes dados sejam mencionados no currículo.

5.Extensão:

Currículos pouco extensos são mais apreciados pelas empresas, não apenas por suas poucas páginas, mas sim pelo trabalho intelectual de lógica e de síntese empregados em sua produção – currículos com mais de duas páginas normalmente são considerados extensos. Para profissionais em início de carreira, inclusive, o recomendável é uma página.

6.Salário:

Informações como o salário anterior e a pretensão salarial devem ser tratadas preferencialmente no momento da entrevista. Colocar um valor no currículo pode fazer com que o candidato perca oportunidades de trabalho e a possibilidade de negociar uma faixa salarial ou benefícios melhores.

7.Desligamento das empresas:

Razões e justificativas para assuntos desta natureza são tópicos para serem discutidos em entrevistas e jamais devem ser mencionados no currículo


Fonte: Confira 7 erros fatais no currículo | Portal Carreira & Sucesso




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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Executivosonline.com.br : Apesar do crescimento do emprego, rotatividade de mão de obra ainda é intensa


Estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico (DIEESE), em convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que as taxas de rotatividade de mão de obra no mercado de trabalho brasileiro têm aumentado, apesar das melhorias na economia.
O relatório da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) indica que nos últimos anos, a economia nacional cresceu e trouxe resultados positivos para o mercado de trabalho. Houve melhora nos níveis de ocupação e da massa salarial, discreta recuperação da renda, queda do desemprego e aumento do emprego formal.
Entre 2003 a 2009, o total de vínculos empregatícios cresceu 49,5%, ao passar de 41,9 milhões para 61,1 milhões. Já os vínculos empregatícios neste período registraram elevação de 43,6%, o que equivale à geração de 12,5 milhões de empregos. Ao mesmo tempo, o número de demissões também aumentou, passando de 12,2 milhões em 2003 para 19,9 milhões em 2009.
O levantamento aponta que, apesar do aumento do emprego formal, a rotatividade continuou a crescer na década passada. Foi de um patamar de 45%, em 2001 e 2002 chegando a 52,5%, em 2008, ano da crise internacional, 49,4%, em 2009, e subindo novamente para 53,8%, no ano passado. A construção civil e a agricultura foram os setores da economia com as maiores taxas de rotatividade empregatícia.
O salário médio dos trabalhadores admitidos, comparado ao dos dispensados, cresceu continuamente até 2008, mas apresentando pequena oscilação, em 2009, em função da crise econômica. Em 2010, este índice voltou a aumentar, atingindo R$ 829,17.
Demissões em massa
Durante estes seis anos, a demissão por iniciativa empresarial respondeu por mais de 50% do total dos desligamentos. Somente em 2010 cerca de 126 mil estabelecimentos (5,8%) foram responsáveis por 14,4 milhões, ou seja 63% dos 22,7 milhões de demitidos do ano. Segundo a RAIS, quase dois terços dos desligamentos anuais foram realizados por apenas 6% dos estabelecimentos.
Ao analisar a movimentação de trabalhadores, o estudo mostra que uma mesma parte da força de trabalho encontra-se desligada durante todos os anos analisados. Do total de 19,9 milhões de pessoas desligadas durante 2009, 7,4 milhões também estavam nessa situação em dezembro de 2008 e cerca de 6 milhões, em dezembro de 2007.
Tempo médio de emprego
O estudo também mostrou que o tempo médio de permanência do brasileiro no emprego foi de 3,9 anos em 2009. Em 2000, este índice era um pouco maior, 4,4 anos. Ao analisar apenas os trabalhadores com vínculos ativos, ou seja, os que permaneceram no emprego durante este período, o tempo médio de emprego correspondeu a 5,5 anos em 2000 e a 5 anos, em 2009.

Na comparação com outros 25 países, o Brasil apresenta tempo médio de trabalho mais baixo. Somente quando comparado aos Estados Unidos é que o tempo médio do apresenta resultado mais elevado.






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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Executivosonline.com.br : Os malefícios da fofoca

 

Boatos, inverdades e polêmicas. Estes são fatores que infectam o ambiente de trabalho e prejudicam a produtividade de uma organização. Historicamente, os fofoqueiros sempre estiveram presentes em qualquer empresa, independente do porte, segmento ou atuação. Com a exigência cada vez maior de postura profissional, este perfil já vem diminuindo, mas ainda existe.

A pessoa que se promove por meio de fofocas geralmente quer atenção e se concentra em malefícios de terceiros para que possa se promover. Normalmente é inseguro, e precisa denegrir o outro para obter sucesso. “Costumo dizer que, quem fala de um, fala de todos. É só uma questão de oportunidade. Existe o fofoqueiro ativo e o passivo; aquele que faz o comentário e aquele que é condizente e escuta sempre”, opina Waleska Farias, Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem.
Existe uma linha muito tênue entre um simples comentário e uma fofoca e tudo irá depender da intenção e interpretação de ambas as partes. Quando falamos do conteúdo de uma mensagem, dependerá de quem a está emitindo e também recebendo. É recomendável também que a pessoa saiba o quê e para quem falar sobre determinado assunto. A má interpretação dos fatos pode fazer com que o grupo todo se volte contra este profissional, dependendo de como a mensagem foi transmitida.
Uma das formas de evitar que informações se tornem fofoca é não emitir opiniões sobre os pares sem que estas pessoas saibam. Se for envolver o nome de outros indivíduos, o interessante é que eles estejam sempre cientes de sua posição. A maturidade e postura profissional também são fundamentais. “Caso saiba de algum boato sobre sua pessoa, o indicado é o funcionário saber selecionar o que realmente é verdade e evitar levar um sentimento de raiva ou vingança, pois, muitas vezes, o fofoqueiro foi quem distorceu o comentário antes de chegar a seu ouvido”, indica Edson Félix, consultor de carreiras.
Quando há um ambiente de fofoca muito grande no ambiente de trabalho, com certeza, as pessoas envolvidas não estão focadas em suas atividades. Muitas vezes, o fofoqueiro utiliza de seus artifícios para se beneficiar de alguma maneira e não está concentrado no resultado da equipe como um todo. “Mais de 80% das demissões ocorrem por problemas de conduta e não por falta de capacitação técnica”, afirma Waleska, após levantamento feito junto a empresas para as quais presta consultoria, como Grupo Pão de Açúcar, Globosat, Neoenergia, Contax, e Habib’s.

Postura do líder

O gestor é responsável pelo comportamento ético de seus liderados e sempre deve ter a postura de minimizar conflitos. Ele tem a obrigação moral de intervir se tomar conhecimento de inverdades circulando perante o grupo. Deve também administrar o ambiente e evitar que se propague o clima de mentiras e fofocas.
“O líder precisa conquistar a liberdade de conversar com todos da equipe e, ao identificar o fofoqueiro, deve saber trabalhar com o comportamento deste indivíduo para minar este hábito”, conta Félix. É papel do líder identificar rumores logo no início e combatê-los para não se propagarem perante seus subordinados.






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